Vem..
Do meu lado o seu lado apertado, gelado e molhado.
Trás pro meu o teu peito agitado.
Que em minha mão a tua mão tão pequena.
Repousa em silêncio com a alma serena.
E toca meu rosto com o sorriso tão doce.
Com raios de sol e como o sol você fosse.
Tão tarde da noite com o ar de primavera.
Esperando sua volta em uma flor amarela...
Obrigado por visitarem A Fábrica. Esse blog nasceu da minha vontade de escrever, e do entusiasmo das pessoas que gostam de ler o que eu escrevo. Eu espero que vocês encontrem aquilo que buscam dentro da Fábrica. Muito obrigado a todos que me deram força e que acreditaram nos meus contos. A Fábrica dos Contos hoje só existe por obra de vocês.
sábado, 4 de maio de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Versos Pequenos
De todas as flores você foi diferente
Você entrou do nada, bagunçou a sala e mudou a vida da gente
Era noite, era vazio, era alegria
Nós dois juntos esquentando o frio, enchendo a noite de magia...
Você entrou do nada, bagunçou a sala e mudou a vida da gente
Era noite, era vazio, era alegria
Nós dois juntos esquentando o frio, enchendo a noite de magia...
terça-feira, 23 de abril de 2013
Vem...
Se tu vens as 4, desde as 3 eu sou feliz.
Se tu não vens eu sofro, mas sei que tu existes, talvez não por mim, mas existe por existir, e o fato de sua existência me faz feliz.
Se vens por uma semana toda, durante essa semana serei só teu, e quando chegar a hora de dizer adeus, direi-o com o coração em pedaços, espalhando os traços de cor que você deixou.
Mas se vieres de longe, com alegria estampada, com a roupa amassada, eu amarei-te ainda mais.
E se nunca vieres, e me deixar com saudades, não te amarei pela metade, te amarei de verdade, bem mais do que sou capaz.
domingo, 21 de abril de 2013
Eu gosto de você assim
Eu gosto de você assim
Assim de longe, ou de pertinho mas sendo assim
Gosto de saber que você vai estar
Onde vai estar não sei
Mas sei que te acho, que te encontro, uma, duas e até três
Sei que vou ganhar um sorriso seu
Só não sei se vou conseguir te dizer adeus.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Insônia
E as noites tem sido vazias
Os dias cheios
E as madrugadas frias.
Eu tento te encontrar naquele lugar
Que só eu e você conhecia
Mas alguém passou lá
E amassou a grama macia.
Te busco nos sonhos
Que a gente sonhava acordado
Ao teu lado, com teu beijo,
Com teu toque gelado
E o tempo vai passando
As horas voando
E quando eu vou estou te encontrando
Eu acordo.
Os dias cheios
E as madrugadas frias.
Eu tento te encontrar naquele lugar
Que só eu e você conhecia
Mas alguém passou lá
E amassou a grama macia.
Te busco nos sonhos
Que a gente sonhava acordado
Ao teu lado, com teu beijo,
Com teu toque gelado
E o tempo vai passando
As horas voando
E quando eu vou estou te encontrando
Eu acordo.
sábado, 9 de março de 2013
Datas
A alienação no mundo capitalista é algo assustador. As datas deixam de ser lembradas pelo significado e passam a ser apenas reflexos do consumismo. Os sentimentos deixam de existir, a razão deixa de ter valor, é tudo substituído pelo material pelo superfulo pelo desnecessário. É difícil ter esperanças em uma sociedade assim.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Olhos
Olhos azuis esverdeados.
Ou seriam verdes azulados?
Olhos salpicados de ouro.
Pupilas dilatadas,
Escondendo um tesouro.
Contrastando com os meus,
Tão negros como a noite escura.
Noite sem lua, sem rua e crua.
E deste lado a tua cor some.
E eu vou dormir sem saber o seu nome...
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