Obrigado por visitarem A Fábrica. Esse blog nasceu da minha vontade de escrever, e do entusiasmo das pessoas que gostam de ler o que eu escrevo. Eu espero que vocês encontrem aquilo que buscam dentro da Fábrica. Muito obrigado a todos que me deram força e que acreditaram nos meus contos. A Fábrica dos Contos hoje só existe por obra de vocês.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Caminhante
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Ponto final
Estou cansado de justificar tudo que escrevo.
Cansado do tom impessoal contido nas frases, nos olhares vagos e nas despedidas vazias.
Eu não preciso do seu perdão, não preciso da sua compaixão.
Por vezes o ponto final é mais importante do que a vírgula.
Pra mim basta. É o meu ponto final.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Resposta
Talvez as respostas demorem a chegar.
E quem sabe o dia não tarde a raiar.
Com as respostas pra todas as suas perguntas.
Com minha vida enlaçada a tua vida e juntas.
Escrevendo no papel os teus versos.
Tuas rimas, e palavras e números no universo.
Como um sudoku tão belo e sem solução.
Um mistério incrustado em seu coração.
Mostrando que o que gente gosta se perde na neblina.
E as respostas as vezes nem a vida ensina.
E como uma Esfinge ousada eu te imploro.
Mesmo que você me decifre, ainda assim te devoro.
E quem sabe o dia não tarde a raiar.
Com as respostas pra todas as suas perguntas.
Com minha vida enlaçada a tua vida e juntas.
Escrevendo no papel os teus versos.
Tuas rimas, e palavras e números no universo.
Como um sudoku tão belo e sem solução.
Um mistério incrustado em seu coração.
Mostrando que o que gente gosta se perde na neblina.
E as respostas as vezes nem a vida ensina.
E como uma Esfinge ousada eu te imploro.
Mesmo que você me decifre, ainda assim te devoro.
sábado, 28 de junho de 2014
Presente de aniversário
"- Desta vez te darei a pequena. Na próxima vez, quem sabe eu te leve pra ver a verdadeira.
Ela fechou os olhos e suspirou, deixando as palavras sumirem aos poucos. Virou-se lentamente me olhando profundamente, um misto de alegria e medo brotando incessantemente do seu rosto.
- Você é tão linda! - eu disse, tirando os cabelos que caiam, encobrindo um pouco dos olhos. Ela ficou vermelha, e me lançou um sorriso tímido.
-Mais quando a gente fica vermelho, não é o mesmo que dizer "sim" ?
Ninguém disse mais nada. Como sincronizado, nossos corpos se encontram e por um longo tempo, nada parecia mais importar...
Ela fechou os olhos e suspirou, deixando as palavras sumirem aos poucos. Virou-se lentamente me olhando profundamente, um misto de alegria e medo brotando incessantemente do seu rosto.
- Você é tão linda! - eu disse, tirando os cabelos que caiam, encobrindo um pouco dos olhos. Ela ficou vermelha, e me lançou um sorriso tímido.
-Mais quando a gente fica vermelho, não é o mesmo que dizer "sim" ?
Ninguém disse mais nada. Como sincronizado, nossos corpos se encontram e por um longo tempo, nada parecia mais importar...
sábado, 21 de junho de 2014
Medo
Eu sei que você está me lendo
E sei que vai me entender
Que eu tenho medo de ter você
Tenho medo de te perder
Não sei mais do que o agora
Mas sei que a saudade dói
Dói a espera e a demora
E quando estamos juntos eu não quero mais partir
Nem quando você me pede baixinho, quase sussurrando
Dizendo pra eu ir
Eu perco a noção do quando é noite e quando é dia
E mesmo na noite fria teu sorriso me transborda de alegria
Seus olhos brilhando de timidez em outra direção
As luzes da noite envolvendo nós dois, o quarto a cama e o
colchão
Fazendo os medos se perderem na neblina
Cada vez que da nossa vida eu abro a cortina
E quando meus dedos tocam a tua pele fria
Eu tenho certeza que te quero mais que mais um dia.
sábado, 14 de junho de 2014
Melhor assim
Talvez sejam os bom dias sem resposta
Talvez seja nossa vida sempre a mostra
Que nos leva pra longe e te afasta de mim
Que me faz pensar que talvez seja melhor assim
Talvez seja nossa vida sempre a mostra
Que nos leva pra longe e te afasta de mim
Que me faz pensar que talvez seja melhor assim
sábado, 7 de junho de 2014
Coisas Simples
Coisas simples as vezes não sei.
O que me mata é o quase, o talvez.
Talvez te escreva pedindo que fuja.
Com teu vestido mais belo, dançando na chuva.
Sorrindo de longe, e olhando pra mim.
E eu te vendo de perto, como um anjo assim.
Coisas simples, as vezes não sei
Mas, sei o tanto que o amarei
Os lugares que o levarei...
Com um belo vestido,
ou uma calça surrada
Dançarei contigo,
Debaixo do sol, da lua, na chuva, nas poças d'água!
(Obrigado)
O que me mata é o quase, o talvez.
Talvez te escreva pedindo que fuja.
Com teu vestido mais belo, dançando na chuva.
Sorrindo de longe, e olhando pra mim.
E eu te vendo de perto, como um anjo assim.
Coisas simples, as vezes não sei
Mas, sei o tanto que o amarei
Os lugares que o levarei...
Com um belo vestido,
ou uma calça surrada
Dançarei contigo,
Debaixo do sol, da lua, na chuva, nas poças d'água!
(Obrigado)
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