sábado, 4 de julho de 2015

O sentido da vida

E nós chegamos a uma fase, em que sentimos a necessidade de entender o sentido da vida.
E qual é o sentido da vida?
Qual o sentido da vida se não, o amor?
Mas não qualquer tipo de amor.
Não o amor de Platão, nem o amor de Eros.
Mas o amor em sua plenitude e maturidade, o amor incondicional.
E sendo o amor o sentido, como poderíamos amar incondicionalmente, se não através da felicidade.
E ainda na linha da indagação, o que seria felicidade?

A felicidade é subjetiva.
Não é palpável, é imaterial, abstrata.
A felicidade não é algo que bate a sua porta. Ela não chega, entra, senta e fica para o café.
A felicidade espera ser encontrada, e para encontra-la, é preciso permitir-se ser feliz.
Se existe algo de bom na tristeza, é que ela não dura para sempre. E se existe algo de ruim na felicidade, é que ela também não dura para sempre. Não existe depósito, estoque ou poupança de felicidade. E é por isso que devemos nos permitir ser felizes.

A felicidade simples e pura não machuca, não ofende o próximo.
E não necessita ser mostrada, ser jogada ao vento.
O segredo, é aproveita-la sem culpa, aproveitando quando ela acontece entre os momentos normais do dia.
No sorriso, no bom dia, no café fumegante pela manhã, nos 5 minutos a mais na cama.

Alguns filósofos e pensadores, utilizaram discursos, frases, sonetos e diálogos para tentar defini-la.
Eu encontrei a melhor definição possível de felicidade.
Felicidade, é quando você deseja que aquele momento dure um pouco mais.
Quando você deseja que ele não acabe, que ele se prolongue.
Felicidade, é quando a vida vale a pena ser vivida, e você deseja que aquele momento não passe.

Eu espero que vocês desejem que esse momento dure para sempre.