Mãe é um negócio tão bom, que até
quando não é nossa mãe, ainda assim é bom.
Eu tenho a minha mãe. Depois tenho
um monte de mães que são tias e são muito minhas mães quando estou longe de
casa. E claro, tenho uma super mãe que é a minha vó. Tem as mães dos meus
amigos, tenho uma mãe que é minha madrinha e tenho uma mãe que é a minha sogra.
E tenho amigas que são mães.
A verdade é que mãe é sempre mãe.
E aquele amor, aquele calor, aquele carinho, nada em lugar nenhum do mundo vai
superar. Por isso que a minha mãe chama meus amigos de filhos.
Mãe sabe quando você está bem,
sabe quando você está mal, sabe quando você está falando a verdade e quando
está tentando disfarçar alguma coisa.
A mãe da gente sabe quando vai
chover, sabe quando vai esfriar, mesmo que ela não trabalhe na previsão do
tempo.
Todos nós sabemos que praga de
mãe pega, embora elas não assumam. A minha mãe disse que eu ia cair da
cachoeira. Eu falei que não. Mas, como eu disse, mãe é mãe. E eu caí. E ela
cuidou de mim, como se a culpa de eu ter caído fosse dela.
Não posso dizer o que é ser mãe,
pois isso foge completamente do meu senso de entendimento. O máximo que cheguei
perto foi cuidar dos meus cachorros, então, eu não sou muito capacitado a definir
o que se passa na cabeça e no coração dessas mulheres.
Mas vamos tentar: dizem que mãe é
tudo igual, que só muda o endereço. Talvez seja por que o amor é igual. O amor
de mãe. A minha é baixinha, algumas são altas. Muitas são falantes, outras são
caladas. Algumas são senhoras, outras ainda meninas.
Mas o que une todas é aquilo que
faz com que acreditemos que vale a pena continuar tentando amanhã.
Esperança!
Eu amo vocês Mães.
