E eu vou pintar o teu céu com a cor mais bonita.
Pra que ele te dê uma alegria infinita.
E que você continue cantando.
Na hora que o dia termine e comece com nós dois.
Obrigado por visitarem A Fábrica. Esse blog nasceu da minha vontade de escrever, e do entusiasmo das pessoas que gostam de ler o que eu escrevo. Eu espero que vocês encontrem aquilo que buscam dentro da Fábrica. Muito obrigado a todos que me deram força e que acreditaram nos meus contos. A Fábrica dos Contos hoje só existe por obra de vocês.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A hora da saudade
Não me peça pra voltar querida, não agora.
A saudade é como a fome, eu sei.
Não tem hora.
Não me olhe desse jeito amor, não me prenda.
Um dia eu volto pra ser só seu.
A saudade é como a fome, eu sei.
Não tem hora.
Não me olhe desse jeito amor, não me prenda.
Um dia eu volto pra ser só seu.
Como em uma lenda.
Mas querida não me deixe! Eu preciso de ti.
Preciso do teu abraço apertado, preciso te fazer sorrir.
E se a saudade doer mais forte, tão forte de não aguentar mais.
Então volte correndo pros meus braços, sem nunca olhar para trás.
Mas querida não me deixe! Eu preciso de ti.
Preciso do teu abraço apertado, preciso te fazer sorrir.
E se a saudade doer mais forte, tão forte de não aguentar mais.
Então volte correndo pros meus braços, sem nunca olhar para trás.
sábado, 6 de outubro de 2012
Cantinho de boca
As vezes as noites são vazias.
De tão quentes que são, ficam frias.
Não sei se é você, se sou eu ou nós dois.
Mas eu continuo insistindo, deixando a gente ficar pra depois.
E eu gostei do sorriso de cantinho de boca.
Antes de sair pra noite, pra mais uma aventura louca.
No céu as estrelas foram as testemunhas.
Do seu suspiro discreto, da sua ansiedade, roendo as unhas.
Mas é tarde querida, é hora de dormir.
Ou talvez seja mesmo a hora certa da gente fugir.
Sem olhar no relógio, olhar para as horas, nem mesmo ter medo.
E ficar esperando, que tudo de certo amanhã cedo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Considerações parte 4
Mais um conto terminado, sem duvidas, um dos melhores.
Esse conto merece alguns vários agradecimentos, principalmente por que muita gente merece um agradecimento.
Em primeiro lugar, agradecer ao meu "protagonista" Noel, pela força que tem me dado, pelos elogios, pelas dicas, pelas horas e horas no bate papo, pela troca de experiencia e pela vivência. Foi um prazer enorme escrever "sobre" você, mas também um desafio. E como você dá trabalho eim meu querido!!
Agradecer a Simone Monteiro que deu dicas maravilhosas para esse conto, detalhes que fizeram com a coisa andasse. Valeu Si!
Agradecer a Melissa, que realmente existe, embora ela não saiba que está aqui. Suas sardas e os cabelos ruivos foram as fontes de inspiração.
Kelly Prado lembra que eu disse que ia agradecer você? Pois bem, a você pelos elogios, e por um comentário muito legal que eu ouvi. "Você usa palavras difíceis e musicas que eu olho e falo: Eu preciso ouvir!" Kékinha, valeu mesmo de coração.
Wagner Chiorato pela ajuda nas palavras difíceis, pelas pesquisas na Wikipédia, e pela força que também deu.
Suzi e Carol, as duas são culpadas por esse blog, e por esse "escritor" pentelho que vos fala. Valeu pela força no começo.
E a todos que deram força, que visitam, que olham, que gostam...
De coração, mais uma vez: A Fábrica só existe por vocês!!
Esse conto merece alguns vários agradecimentos, principalmente por que muita gente merece um agradecimento.
Em primeiro lugar, agradecer ao meu "protagonista" Noel, pela força que tem me dado, pelos elogios, pelas dicas, pelas horas e horas no bate papo, pela troca de experiencia e pela vivência. Foi um prazer enorme escrever "sobre" você, mas também um desafio. E como você dá trabalho eim meu querido!!
Agradecer a Simone Monteiro que deu dicas maravilhosas para esse conto, detalhes que fizeram com a coisa andasse. Valeu Si!
Agradecer a Melissa, que realmente existe, embora ela não saiba que está aqui. Suas sardas e os cabelos ruivos foram as fontes de inspiração.
Kelly Prado lembra que eu disse que ia agradecer você? Pois bem, a você pelos elogios, e por um comentário muito legal que eu ouvi. "Você usa palavras difíceis e musicas que eu olho e falo: Eu preciso ouvir!" Kékinha, valeu mesmo de coração.
Wagner Chiorato pela ajuda nas palavras difíceis, pelas pesquisas na Wikipédia, e pela força que também deu.
Suzi e Carol, as duas são culpadas por esse blog, e por esse "escritor" pentelho que vos fala. Valeu pela força no começo.
E a todos que deram força, que visitam, que olham, que gostam...
De coração, mais uma vez: A Fábrica só existe por vocês!!
O Bom Rapaz
![]() |
| Créditos de imagem: VianaArts |
É eu sei quase todo mundo conhece essa
frase do filme, “Efeito Borboleta”, assim como muitos diretores já retrataram
em suas películas, “A Teoria do Caos” onde uma série de fatos aleatórios tomam
proporções inimagináveis. O que poucos sabem, é que o efeito borboleta está
presente na teoria do caos.
Bem, não importa. Eu também já ouvi
dizer que, independente do local onde você estiver, haverá uma aranha a menos
de dois metros de você. Eu poderia passar o dia falando a respeito das coisas
que eu sei, das coisas que eu ouvi, mas essa não é minha intenção. São fatos
aleatórios de qualquer forma, e se a teoria estiver certa, uma hora ou outra
você vai acabar sabendo. Embora algumas coisas realmente fosse melhor nem
saber.
O bom
rapaz
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Poema da manhã
E tem dias que eu acordo pensando em você.
As vezes são os dias frios, as vezes os dias quentes.
Mas as vezes eu acordo pensando na gente.
Pensando no que eu não sei.
Mas continuo sonhando, bem depois que acordei.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O Ouvinte
(Para Cris)
“I am a man who walks alone
And when I'm walking in a
dark road
At night or strolling
through the park
When the light begins to
change
I sometimes feel a little
strange
A little anxious when it's
dark
Fear of the dark, fear of
the dark
I have a constant fear that
something's always near
Fear of the dark, fear of
the dark
I have a phobia that
someone's always there”
(Fear of the dark, Iron
Maiden)
![]() |
| (Créditos de Imagem: Bruno de Assis) |
Mas eu não sou assim.
Claro, tudo isso não me incomoda, e eu
não saio pelas ruas fazendo campanhas a favor da minha imagem. Meus clientes
são sempre novos e não tenho medo se ser impopular pela minha aparência. Outro engano
que geralmente cometem, é em relação a minha ocupação. Falam que sou o juiz, o
carrasco, o vingador, entre outras coisas que prefiro não citar. Isso também é
um erro. E isso também não me incomoda.
Na verdade, me visto de maneira
adequada a receber meus clientes. Embora eu saiba que depois de me conhecerem
eles não vão ter motivos de reclamar da minha aparência. Mas eu gosto de me
apresentar assim: terno e gravata de grifes, sapatos italianos brilhantes,
abotoaduras de ouro, relógio de pulso Rolex e um anel de brilhantes no dedo mínimo.
Sempre dizem que a primeira impressão é a que fica certo? Pois bem, no meu caso,
a última impressão é a que vai ficar então eu espero que seja uma impressão
boa.
Quanto a minha ocupação, não sou o
castigador, nem o justiceiro.
Eu sou o ouvinte.
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